DOMÍNIO NA CRISE
A obsessão pelo crescimento econômico unifica nações com ideologias diferentes e com longa história de rivalidade, mas também destrói economicamente, socialmente e moralmente muitas outras nações. Uma realidade retratada é que somos coniventes e até facilitadores desse fator, é o resultado do nosso perfil econômico consumista e individualista, mas sempre secundário na escala do pensamento ambiental, onde o “ambiente de todos e para todos” é o pensamento primordial. Temos um ponto em comum aos desses dois extremos de unificações e destruições, os impactos ambientais.
Colonizadores deste Colombo, Cabral até os que para cá vieram acreditavam que tínhamos uma expansão ilimitada dos recursos econômicos – será que é uma visão somente dos colonizadores ou temos o mesmo pensamento ainda hoje? Em teorias pode até ser que é ilimitado, os números, os cálculos as somas, mas o porém é que o crescimento econômico depende da disponibilidade dos recursos naturais e isso é limitado e é o resultado negativos da conta.
Num ambiente finito com idéias de expansão ilimitada só leva no caminho do colapso, desastre, caput, problemas, quebra, trancamento, destruição, poluição, contaminação, escassez, ......MORTE.
Paradigmas ultrapassados ainda comandam a maioria dos líderes, possuem uma visão clara, o possuidor da maior renda é dominador dos menos favorecidos. E ponto. As reservas estão sendo vendidas, plantas tupiniquins sendo patenteadas por norte-americanos, japoneses e alemães. Isso é domínio. Não precisamos buscar exemplos de domínio estrangeiro, que existe, mas me refiro ao domínio de quem possuí poder financeiro.
Um grande atrevimento para com a NOSSA vida é não pensar e não acreditar que dependemos do meio ambiente para viver. Olhe por um momento a sua volta, reflita, de onde veio a matéria prima para fazer “tudo” o que os seus olhos enxergam? São recursos naturais, já escassos para tanto consumo.
Assim, algo que mexe com muitas pessoas é ser questionado sobre as grandes monoculturas, gigantescas áreas de produção de gado e áreas de extração de minerais. Um fato concreto é que as monoculturas e os bois de larga escala estão terminando com os recursos do solo, da água e biológicos. Nosso líder estadual disse algo que deve ser ampliado em proporções colossais, “no país ainda existe mais de 60 milhões de hectares a serem abertos à produção agrícola, em regiões que não sejam a Amazônia, como o Cerrado, por exemplo”. Outro fato que incomoda é questionarmos para que ampliar as terras produtivas se desperdiçamos 20% a 40 % da produção alimentícia. Ou se temos este mesmo 60 milhões de hectares em área já abertas e abandonadas só no cerrado?
Fazem-nos crer que essas grandes áreas são para produzir comida boa e barata para nós brasileiros. Bom, agora coloquem o nariz de palhaço e dêem piruetas. Temos em nossas casas óleos que são rejeitados, ou seja, de segunda, tomamos somente o resíduo do café, comemos carne de bois que possuem muito menos controle do que os exportados, batatas e tomates cheios de venenos. Além do desperdício. Não vou nem lembrar das toneladas de venenos (defensivos agrícolas) que são despejadas e diga-se de passagem, incorretamente.
O conceito é básico e veio de Marx, mas se enquadra: “todo o progresso na agricultura capitalista é o progresso na arte de explorar, tanto o trabalhador como o solo”. O pensamento assim é jurássico: eliminar controles ambientais improdutivos. Assim continuamos alienados e sendo controlados como fantoches por linhas e mãos invisíveis.
Podemos sim ter solução, o que falta é interesse. Quem sabe quando nós acreditarmos que crises econômicas são produzidas para enriquecer poucos e empobrecer (ou eliminar) muitos e que isso é insignificante perto das crises ecológicas nunca antes vista na história deste país (eu não copiei do ex-presidente) que estão ocorrendo. Ou será que teremos que esperar para ocorrer?
Prof. Andrei Mello
Colonizadores deste Colombo, Cabral até os que para cá vieram acreditavam que tínhamos uma expansão ilimitada dos recursos econômicos – será que é uma visão somente dos colonizadores ou temos o mesmo pensamento ainda hoje? Em teorias pode até ser que é ilimitado, os números, os cálculos as somas, mas o porém é que o crescimento econômico depende da disponibilidade dos recursos naturais e isso é limitado e é o resultado negativos da conta.
Num ambiente finito com idéias de expansão ilimitada só leva no caminho do colapso, desastre, caput, problemas, quebra, trancamento, destruição, poluição, contaminação, escassez, ......MORTE.
Paradigmas ultrapassados ainda comandam a maioria dos líderes, possuem uma visão clara, o possuidor da maior renda é dominador dos menos favorecidos. E ponto. As reservas estão sendo vendidas, plantas tupiniquins sendo patenteadas por norte-americanos, japoneses e alemães. Isso é domínio. Não precisamos buscar exemplos de domínio estrangeiro, que existe, mas me refiro ao domínio de quem possuí poder financeiro.
Um grande atrevimento para com a NOSSA vida é não pensar e não acreditar que dependemos do meio ambiente para viver. Olhe por um momento a sua volta, reflita, de onde veio a matéria prima para fazer “tudo” o que os seus olhos enxergam? São recursos naturais, já escassos para tanto consumo.
Assim, algo que mexe com muitas pessoas é ser questionado sobre as grandes monoculturas, gigantescas áreas de produção de gado e áreas de extração de minerais. Um fato concreto é que as monoculturas e os bois de larga escala estão terminando com os recursos do solo, da água e biológicos. Nosso líder estadual disse algo que deve ser ampliado em proporções colossais, “no país ainda existe mais de 60 milhões de hectares a serem abertos à produção agrícola, em regiões que não sejam a Amazônia, como o Cerrado, por exemplo”. Outro fato que incomoda é questionarmos para que ampliar as terras produtivas se desperdiçamos 20% a 40 % da produção alimentícia. Ou se temos este mesmo 60 milhões de hectares em área já abertas e abandonadas só no cerrado?
Fazem-nos crer que essas grandes áreas são para produzir comida boa e barata para nós brasileiros. Bom, agora coloquem o nariz de palhaço e dêem piruetas. Temos em nossas casas óleos que são rejeitados, ou seja, de segunda, tomamos somente o resíduo do café, comemos carne de bois que possuem muito menos controle do que os exportados, batatas e tomates cheios de venenos. Além do desperdício. Não vou nem lembrar das toneladas de venenos (defensivos agrícolas) que são despejadas e diga-se de passagem, incorretamente.
O conceito é básico e veio de Marx, mas se enquadra: “todo o progresso na agricultura capitalista é o progresso na arte de explorar, tanto o trabalhador como o solo”. O pensamento assim é jurássico: eliminar controles ambientais improdutivos. Assim continuamos alienados e sendo controlados como fantoches por linhas e mãos invisíveis.
Podemos sim ter solução, o que falta é interesse. Quem sabe quando nós acreditarmos que crises econômicas são produzidas para enriquecer poucos e empobrecer (ou eliminar) muitos e que isso é insignificante perto das crises ecológicas nunca antes vista na história deste país (eu não copiei do ex-presidente) que estão ocorrendo. Ou será que teremos que esperar para ocorrer?
Prof. Andrei Mello
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